poeme-se

venho hoje com uma dica: poeme-se. veja só!

 

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press the play, again;

Acreditando na insegurança como se fosse coisa normal, o jeito é fazer logo as malas e partir. Volto em breve!

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sem eira, nem beira;

a gente tem a mania esquisita – com todo respeito a todos – de colocar palavra em boca de sapo, enfiar sentimentos em terra seca e derramar lágrimas em cima para ver se nasce alguma coisa. a vida, por outro lado, vêm vindo e como se nos cutucasse, toma a parte de nos mostrar o que é e não é – e ó que é quase sempre que o que achamos que é na verdade não é nada além de pedra sob pedra. lavamos as mãos, penteamos os cabelos e deixamos fluir palavras soltas ao vento. e eu agora, com os olhos cheios de sono nem me lembro mais a finalidade pela qual vim dizer e devagar. palavras soltas, sem fazer sentido algum. sem artigo, nem o, nem a. sem eira nem beira. é o sono que vêm tentar me levar para a cama e me fazer sonhar com as palavras que vinham para cá, mas se perderam no caminho. tec tec tec tec. queria mesmo uma máquina de escrever, para digitar longos textos sem sentido algum ao som do silêncio; é… um dia ainda vou ter a minha máquina de escrever.

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um pouco de tranquilidade, diariamente.

um começo de ano digno de início de temporada: férias tranquilas, um fim de semana delicioso no rio de janeiro, menos alguns kilos, a rotina se estabelecendo aos poucos, a dor de perder um amigo muito querido, a tranquilidade em fazer apostas cegas sem nenhuma segurança, o retorno de outro amigo de lugares distantes. lembra das promessas de fim de 2011? estão sendo cumpridas – ou pelo menos estou tentando. é, a vida está boa – ou pelo menos está em paz. são tantas expectativas, planos e desejos que a gente se ocupa com as obrigações e no tempo livre põe os pés para cima, lê um bom livro e pensa no que vai ser quando as coisas acontecerem. é tanta paz que de vez em quando fico com medo do que pode acontecer; é que “se melhorar piora”, entende? bom, mas aí é só me lembrar dos bloquinhos de carnaval que vem por aí que o medo passa e a ansiedade toma conta. “quero pôr o meu bloco na rua”: dançar até o pé doer; tomar cerveja até desejar uma coca-cola; ver os amigos que insistem em sumir o resto do ano e só saem de casa no carnaval por causa do confete. quem vem?

ps. agora as imagens daqui vão ser todas minhas. é que estou munida de iphone com instagram e tudo! <3

 

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re-começar;

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