tempo confuso;

Ainda no processo de recaptular o que já foi dito, volto e lembro do que “outrora” escrevi. Os tempos eram outros, as circunstâncias também e os motivos então, nem se fala. Mas um bom texto deve ser atemporal e, sendo assim, sou a mesma sentindo aquilo tudo outra vez, como se fosse novela de Manoel Carlos. Então, vejamos como é, seja como for.

numa pressa quase que invisível aos olhos humanos, o tempo passou. tenho a sensação de que esse foi um dos fins de ano mais rápidos pelos quais já passei. talvez pela intensidade. talvez pela felicidade. uma coisa boa atrás da outra e seguida de outras novidades. e mais outras. e outras. logo depois disso, veio janeiro, com sua calmaria característica. interrompendo as chuvas, com todo calor. ferve. não tem como começar tão bem.

pensei que talvez fosse melhor largar tudo de lado e começar outra vez. me abrir ás novas possibilidades. tentei. juro que tentei. mas, quando notei, era – é – tarde. como se quanto mais eu mexo, mais me enrolo. nisso tudo, recolho-me ao silêncio. como se tomasse o jeito de reparar, de longe, tudo o que acontece. não quero me meter. não devo mudar nada.

e, se for o jeito, pego minhas coisa e tomo meu rumo – seja lá qual for.

(post de 13 de janeiro de 2009 do justmedotcom. ainda “cabível”)

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