o momento certo de dizer aquilo que há tempos lhe provoca a vontade de um grito. a quebra do silêncio a favor da verdade, somente a verdade. sentimentos crus, humanos e reais. o não concordar e ter que calar-se em função de uma “paz” ilusória. o desejo profundo de dar-lhe um soco na alma a fim de tornar-te humano – ou o mais próximo disso. a vontade de olhar-te aos olhos e dizer, sem interrupções, o quanto estás errado. enquanto, na mão oposta: a serenidade, a calma e a elegância de quem espera a hora certa de agir – ou simplesmente de não agir. o esforço real de atribuir o exato valor aos homens de falsa índole, detidos por uma frieza e falsidade desumana. a tentativa de deixar de lado valores importantes a favor de tornar-lhes um nada. a esperteza de fazê-lo rápidamente, como um sopro. esquecer histórias, olhares, atitudes estúpidas e ignorantes é também esquecer bons momentos, sorrisos e outras histórias.  a dúvida que permeia tantos acontecimentos e mudanças de atitude é esclarecida a partir do teu próprio olhar – por hora cada vez mais vazio e desimportante. teu valor aqui e agora é inferir a zero, então toma-te vergonha na cara, vista-se de humanidade e ponha-se para fora e para longe, bem longe. teus falsos elogios não são bem vindos e o mínimo que deves fazer é esquecer da minha existencia.

 

grata,

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