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não custa sonhar;

tenho um monte de postagens com começo e sem fim. são como histórias de pessoas que se encontram e, sem tempo para se conhecerem melhor, se separam. é como se houvesse potencial em cada encontro e, mesmo sabendo desse potencial, o post é largado de lado, salvo como draft. “fica para depois“; “fica pra mais tarde, outro dia ou outra hora“. e eis que o tempo passa e quando paramos para analizar os posts –  e as possíveis histórias -, já não fazem mais sentido. parece que o tempo que passou, mesmo sendo curto, foi o suficiente para mudar coisa demais. na verdade essa coisa toda de tempo é meio que sem sentido, sem lógica. é que as vezes um mês e alguns dias parecem uma eternidade, mas dói só de pensar que pode passar rápido demais. o passar rápido significa o fim de tantas coisas; e o recomeço de tantas outras.

eu gosto de recomeçar. já disse uma vez que parece fim e começo de seriados, daqueles viciantes. é que eu sinto tanta falta do que passou: do sonho, do planejamento, da expectativa, dos anseios, da luta, do esforço, das noites sem dormir direito e, por fim, das realizações e superações. olhando assim, de longe, dá para ver que foi melhor do que poderia se sonhar. é, é coisa da vida: temporadas terminam e recomeçam, que nem na tv. mas eu juro que ainda não vou sofrer com isso: um dia pego aqueles posts prometidos e começados, e os termino, um por um, com a visão de hoje. é que vale a pena colocar um fim em tudo, de forma excepcional, para poder dormir tranquilo a noite. para poder dormir sorrindo ao seu lado a noite – quem sabe um dia?

eu já nem sei mais se falo de histórias, de posts ou de vidas mal acabadas. vai ver é para ser assim mesmo: deixamos um tanto de migalhas por onde passamos só para tentar reencontrar o caminho de volta. é, quem sabe um dia. não custa sonhar.

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‎”All I can do is be me, whoever that is.” (DYLAN, Bob)

Por que esse caminho? Por que essa escolha, essa razão, dessa maneira? Para escrever um livro, Jack Kerouac fez três viagens no continente norte-americano. E no final percebeu não haver razão nenhuma para viajar, a não ser a inquietude. O ser humano tem em suas mãos um mundo inteiro de possibilidades e mesmo assim assumiu a idéia de que deve permanecer fixo, independente do que lhe aconteça. Criamos em nossas cabeças uma estratégia de vida ligada a obrigatoriedade de seguir um percurso e fomos educados a seguí-lo, como dizem as regras. Mas, aonde estão essas regras? E aonde foi que eu assinei em baixo? Fato é que até quem tentou ser diferente e contrariar as regras sociais morreram na praia se tornando, de certa forma, exemplo para um clichê. Não há originalidade, pureza e espontaneidade. Foi tudo programado para assim acontecer e nem tentamos questionar pois seria perda de tempo.

Acabo de ser contagiada, outra vez, por uma mistura de angústia e ansiedade. Acho que é a quinta ou sexta vez que leio On the Road de Jack Kerouac – a primeira que leio o manuscrito original – e simplesmente não consigo encontrar razão plausível que possa convencer ou apenas explicar o por quê eu gosto tanto desse livro. Ele não tem nada demais, não é essencialmente comovente, não me surpreende e nem conta a história do meu país. Por não haver resposta para essa minha questão, é que talvez não devesse existir a dúvida, oras. É simples! Aliás, a simplicidade deveria vir enlatada e ser vendida em prateleiras de supermercados. Bom, acho que de tanto “lê-lo”, já não só tenho Jack Kerouac na minha estante, como também na minha escrivaninha, na minha gaveta, no meu carro, no meu armário, dentro da minha roupa e deitado na minha cama.

Acho que no final das contas, vai ser como ele profetizou. Vou acabar viajando bastante, percorrendo os mais turbulentos caminhos, trabalho bastante, escrevo um livro e termino a minha vida com o cara que eu amo, sossegada. As únicas preocupações que se atreverão a me tirar da calmaria será um vento forte, um pesadelo ou uma possível dor de cabeça. Não há bem com o que se preocupar se tiver a certeza de que meus amigos estarão por perto, cada um vivendo suas vidas, porém eternamente ligados. Não vejo problema em ocasionalmente cuidar da minha família e devolver toda tranquilidade que eles uma vez depositaram em mim e aplicaram na minha vida.

Enfim, papo de lado, vamos voltar o projeto porque o que não me faltam são coisas para fazer. Já mencionei que o prazo está curto?

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julgue pela capa.

lindas edições de livros fazem a minha cabeça e destroem meus bolsos. nada como um livro novinho com aquele cheiro específico de tinta impressa no papel, capa lisinha e quente, como se tivesse saído do forno. a  editora inglesa Penguin, conhecida por ser tradicional e só publicar livros com excelência e que devem ser lidos, possuí a linha Essentials. só o que DEVE ser lido JÁ e da melhor forma possível! uma boa lição para nossa l&pm e outras editoras que resolvem baratear e afundar ainda mais o raro prazer  da leitura. o livro é todo por si só, capacontracapamioloepão, então não me venham com hipocrisia de que apenas o conteúdo importa. ps. e se alguém for para as grigas por agora, aceita uma encomenda de livros?! <3

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Daft Coke.

O que pode resultar da mistura de Coca Cola com Daft Punk? Fato é que eles se uniram em uma edição especial do melhor refrigerante do mundo. A garrafinha clássica ficou linda e se tornou, mais uma vez, objeto de desejo. Eu, que amo os dois, quero já! Como faz?

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Valentino Pre-Fall 2010

Começando a temporad a temporada de reviews de moda 2010 (estou devendo um post sobre Rio e SPFW ), nada como Valentino. Vocês já viram a sua última coleção? Pois é. Divirtam-se! LINK

ps: fica a dica? meu aniversário está chegando e eu quero qualquer um desses!

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type bijoux

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amei! virou objeto de desejo, tsá? type bijoux, more!

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eu quero, e aí?

o projeto do novo Xbox 360 que ainda vai ser lançado: meu novo sonho, tá? fica a dia. EU QUERO!

coisa linda…

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