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Poetry day;

doses singulares de Sylvia Plath;

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mas o que realmente deve ser dito é:

(via)

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março 14, 2012 · 8:31 pm

Criolo Doido;

Já faz um tempo que ouço falar do Criolo – um rapper nada convencional. Me disseram que as idéias dele eram muito boas, que as rimas eram excelentes e que ele era “o cara”. Nessa mesma época ele e o Emicida receberam um monte de prêmios no VMB (em que os vencedores foram escolhidos por um jurí de respeito) e o Chico Buarque adaptou a sua música Cálice e, trocando um verso por uma versão do Criolo. Hoje, enquanto escutava MC Marechal no youtube, dei de cara com o vídeo da entrevista do Criolo para a Marília Gabriela feita dia 19 de Janeiro de 2012. A minha impressão? Ele é O cara. Gosto da forma que ele fala, das suas opiniões, das rimas e da sinceridade. Confiram!

E ah! O disco dele está disponível para download no próprio site do cara. Não deixem de baixar!

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poeme-se

venho hoje com uma dica: poeme-se. veja só!

 

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O meu futuro é esperar pelo presente de fazer;

“E então se tudo passa em branco eu vou pesar
A cor da minha angústia e no olhar
Saber que o tempo vai ter que esperar”

(O Tempo,  Móveis Coloniais de Acaju)

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um dia cinza;

Despedida
Por José Saramago

Diz o refrão que não há bem que sempre dure nem mal que ature, o que vem assentar como uma luva no trabalho de escrita que acaba aqui e em quem o fez. Algo de bom se encontrará neste textos, e por eles, sem vaidade, me felicito, algo de mal terei feito noutros e por esse defeito me desculpo, mas só por não tê-los feito melhor, que diferentes, com perdão, não poderiam eles ser. Às despedidas sempre conveio que fossem breves. Não é isto uma ária de ópera para lhe meter agora um interminável adio, adio. Adeus, portanto. Até outro dia? Sinceramente, não creio. Comecei outro livro e quero dedicar-lhe todo o meu tempo. Já se verá porquê, se tudo correr bem. Entretanto, terão aí o “Caim”.

P. S – Pensando melhor, não há que ser tão radical. Se alguma vez sentir necessidade de comentar ou opinar sobre algo, virei bater à porta do Caderno, que é o lugar onde mais a gosto poderei expressar-me.

 

Texto publicado no blog Outros Cadernos de Saramago, no dia 31 de Agosto de 2009. Posto aqui em homenagem ao escritor José Saramago que faleceu hoje, dia 18 de junho de 2010, aos 87 anos. Hoje o dia amanheceu cinza.

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“Mas é uma mudança, e para mim mudar, passar de uma coisa para ser outra, é uma morte parcial; morre qualquer coisa de nós, e a tristeza do que morre e do que passa não pode deixar de nos roçar pela alma” (PESSOA, Fernando)

Só quero ter alguma certeza e um pouco de paz. E mais nada.

Uma boa semana pra quem fica.

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“when she jumped, she probably thought she could fly.”

Acabei de assistir The Virgin Suicides, de Sofia Coppola, outra vez. O melhor filme para um dia como hoje, caindo como luva. Aliás, um dos filmes que eu mais amo.

“- Look, she’s laughing, he made her laugh.”

“- Have we photosynthesized our breakfast today?”

“- We knew the girls were really women in disguise, that they understood love, and even death, and that our job was merely to create the noise that seemed to fascinate them.”

“- So much has been said about the girls over the years. But we have never found an answer. It didn’t matter in the end how old they had been, or that they were girls… but only that we had loved them… and that they hadn’t heard us calling… still do not hear us calling them from out of those rooms… where they went to be alone for all time… and where we will never find the pieces to put them back together.”

“- She was the still point of the turning world, man.”

“- What we have here is a dreamer. Someone completely out of touch with reality.”

“- What lingered after them was not life, but the most trivial list of mundane facts: a clock ticking on a wall, a room dim at noon, and the outrageousness of a human being thinking only of herself.”

“- Collecting everything we could of theirs, the Lisbon girls wouldn’t leave our minds but they were slipping away. The color of their eyes was fading along with the exact locations… of moles and dimples. From five, they had become four, and they were all the living and the dead, becoming shadows. We would have lost them completely if the girls hadn’t contacted us.”

“- You’ll love it.”

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