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próximo capítulo.

não saí da cama hoje. acordei com um milhão de planos e adiei todos para amanhã. todo mundo tem seus dias. aparentemente esse blog serve exatamente para dias em que me encontro perdida na ilusão do tempo e no vazio da casa. andar de um lado para o outro, fazer uma comida e deitar de novo. buscar um copo de água e voltar com a garrafa inteira. sentar no canto da mesa e ficar observando cada canto da cozinha. sentar para ver um episódio de seriado e acabar vendo a metade da temporada. passar horas jogando aqueles games bobos de celular jogada de qualquer jeito na cama. achar uma posição perfeita para dormir bem na hora que se decide sair e ali ficar.

há uma semana eu voltava de uma das mais fantásticas jornadas de toda a minha vida. passei por tantos lugares, conheci tantas pessoas e senti tantas sensações diferentes que seria impossível transcrever essa experiência em palavras. vai ver que de tanta informação adquirida o meu HD interno está lotado e lento, difícil de processar qualquer outra informação.

minhas férias estão acabando e essa sensação de não ter mais tempo livre me sufoca  e desespera. por outro lado, a próxima etapa que se segue é cheia de aprendizados, novas experiências e novos sabores. mal posso esperar. estou naquela sensação que dá entre uma temporada e outra de seriados, que fica aquele vazio, com um tanto de expectativa e mais um tanto de nostalgia. pois bem, após 4 dias direto dentro de casa, amanhã me proponho voltar a humanidade. em passos curtos, vou aos lugares que tanto gosto, tomar aquele sorvete que me deixa mais feliz e ouvir uma boa música deitada no parque.

é a hora de começar a nova temporada já. e vou faze-la por mim mesma.

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uma xícara de chá;

tenho estado sem tempo e cabeça para postar: culpa da vida. são tantos planos, correrias e sonhos que fui obrigada a deixar de lado o que tenho prazer de fazer. estou ansiosa, nas nuvens e cansada – daquele cansaço incurável a não ser que a ansiedade passe. então vou ser breve: tenho boas notícias. mas não se anime, pois não hei de contá-las “pra já”. deixa o tempo passar mais um pouquinho que volto e conto tudo de uma vez, numa paulada só. o que posso adiantar é que em breve acontecerão mudanças, daquelas para a vida toda, sabe como é? e quanto ao blog, posso garantir que ele estará mais animado do que nunca.

 

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We love PopCorn!

Eu sou viciada.

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Where dreams come true.

Porque sonhar nunca é demais.

Não leve a vida tão a sério.

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e o que vai ser?

e quando acabar, o que vai ser de nós? digo, não quando acabar um namoro, uma música ou uma vida. digo…e como vai ser quando TUDO acabar? vamos deixar tudo de lado e tentar começar outra vez? mas e se não tivermos mais a chance de recomeçar? sem ar, sem cor e sem nada. tudo perde a importância e passa a única regra que passa a valer, é a do acaso. mundo animado, desprentecioso, realista e sincero. é o gosto e desgosto sem por quês. pode ser que sim e pode ser que não, a não ser que não haja opção. na verdade, o que vai ser perde a importância. o que importa é que quando acabar, eu tenho certeza que vou ter saudade, muita saudade que talvez me faça querer morrer por sentir tanta falta de quem faz tanta diferença.

ps. portanto, demonstre logo o que pensa e sente antes que seja tarde demais e simplesmente não faça mais sentido.

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vai entender?

eis que agora, á essa hora, a cabeça inventa de funcionar – mais do que deveria, por sinal. sabe quando você se questiona se valeu a pena? pensa em como teria sido se não fosse desse jeito? ai vôo longe, longe. vou pra bem longe daqui. pensando, pensando, pensando.

há tempos não pensava tanto.

é, acho melhor eu ir me deitar. talvez seja efeito do cansaço tais imagens voltarem á minha cabeça.

ou talvez seja só saudade.

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Circunstancial.

Hoje, deixo de lado as páginas interessantes da internet, as dicas de moda, as referências de design e até mesmo a mim. Deixo nos meus joelhos e nos meus olhares o cansaço de quem quase não dormiu nos último dias – não por motivos festivos, que fique claro – que me consome palavra por palavra, som por som. Vim falar da simplicidade, do tempo e das circunstâncias. Se escrevo por tais motivos, então lhes escrevo sobre a vida – que ouso dizer que conheço, mesmo sabendo na (in)consciência, que dela nada sei – pois são esses elementos essenciais para a sobrevivência diária.

A cada dia que passa sinto, tanto no meu corpo quanto na minha mente, o peso do tempo. A cada dia que passa desejo, cada vez mais, uma simplicidade que há tempos não vejo. Aquela simplicidade delicada das noites a luz de velas sem energia na fazenda do meu tio, do amanhecer bucólico de uma cidade de interior e do som tranquilizante do vento e da chuva que ouço na janela do meu quarto antes de dormir. Sinto falta do tempo distante em que as minhas preocupações infantis variavam entre o se cavalo estaria arreado, o meu leite quente com toddy antes de dormir e o enredo das brincadeiras. No entanto, afaste o caráter nostálgico das minhas meias palavras.

Sinto uma saudade feliz, com olhar no futuro. Estou bem aonde estou: satisfeita. O que reclamo é aquela simplicidade e tranquilidade nos tempos de hoje, mesmo que o tempo continue a pesar cada vez mais e mais.

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