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God, I love New York!

Que eu amo New York, todo mundo já sabe. Também não é novidade que 1/2 mundo também compartilha desse mesmo sentimento. Bom, também amo filmes em que personagens aparentemente distantes se cruzam em uma cidade grande em uma situação…hum…comum. Na mesma linha de Paris, Je t’aime, em New York, I Love You, é mais ou menos isso que acontece. Grandes atores, pequenos curtas dirigidos por diferentes diretores (inclusive tem um dirigido, escrito e atuado pela queridinha Natalie Portman) e uma história, no mínimo, fofa. Ah! E trilha sonora também é ótima! Então, fica a dica, não percam tempo! Nada melhor para um fim de tarde a mais! : )

Na verdade, o melhor de tudo desse filme foi assistir e lembrar de quando estive lá, há alguns anos. Já disse que NY é a minha cara? Pois é! Quero voltar logo. ;)

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The best movie of the world.

Ok, nem tanto. Ma sábado assisti Zombieland e me diverti MUITO! É uma comédia sobre Zumbis, com direito á muitos litros de sangue, grandes atores ( tem a Emma Stone, o Woody Harrelson e o Bill Muray!) e o efeito de tipografia inserida muuuuito bom!

Boa Sorte!

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absolut buenos aires

minhas pernas doem, meus olhos fecham, meu corpo pede descanso. há onze dias atrás eu embarcava no avião para Buenos Aires, Argentina: disso todo mundo já sabe. o que falta dizer é que a viagem foi excelente, apesar dos pesares. pesares? digamos assim que tivemos de tudo, como se o universo conspirasse contra. de carteira roubada á nota falsa, passando por aeroporto errado e festas caras e ruins. disso tudo, aprendemos a ter paciência, bom humor, animação e sim, a andar com mapas nas mãos. como já imaginávamos, é impossível fazer uma viagem com oito pessoas sem que desentendimentos aconteçam: de fato aconteceram. uns viraram piadas, outros não tiveram tanta graça. no entanto, fez-se necessário unir-se aos mais próximos para seguir a programação conveniente. tivemos horas e programas para cumprir, definitivamente os 11 dias não foram suficientes para curtir a cidade como desejávamos, mas foi o tempo necessário para nos deixar com a vontade de voltar, o mais logo possível.

voltei com dicas, lembranças, casos, fofocas, textos, papéis, casaco, tênis, camisetas, adesivos, fotos, dores, sorrisos, (…), mas, de verdade? voltei com saudade. dentro do avião de volta, enquanto parávamos praticamente em todo sul brasileiro, uma dor, quase silenciosa, veio me acordar: queria voltar para minha casa, ver meus pais, minha irmã, meu namorado e minhas amigas. queria contar tudo que aconteceu e me sentir em casa. e, por outro lado, queria continuar a me sentir turista, surpreendendo sempre com as coisas mais comuns.

Cada pedaço da viagem, valeu a pena: cair nas roubadas dos guias; atravessar a 9 de julho de manhã cedo e ver o dia nascendo; atravessar a 9 de julho de madrugada, com as luzes da cidade e o vento gelado batendo no rosto; falar português e ninguém entender nada; misturar línguas que sei – e que não sei – e conseguir me comunicar com gente do mundo inteiro; receber o carinho gratuito dos argentinos ao saberem que somos brasileiras; ver o quanto eles podem ser esnobes e mal educados; cantar alto quando uma música – velha – brasileira tocar na festa; experimentar as delicias argentinas – vou sentir falta das empanadas, de verdade! -; entrar na Bond Street e só ouvir o barulho das máquinas de tatuar (adoro!); tomar quilmes e stela artois de 1L sentadas na grama; atestar que o melhor churrasco não é o argentino, e sim o brasileiro; dividir o preço das coisas pela metade e ver que é tudo quase de graça;  tomar vinho no parque e sair bêbada atrás de um banheiro; ir ao malba e sentar em um banco/obra de arte; sair do restaurante do malba após ver o preço das coisas; ter certeza que os taxistas brasileiros são mais simpáticos, educados e competentes do que os argentinos; responder para um jogador do boca que sou mais pelé do que maradona; tirar foto com cara de nojo do lado da estátua do maradona, logo depois de pular na sua estrela, tudo isso dentro do estádio do boca juniors; ensinar todos os nossos passos de dança pessoais á um australiano muito gente fina; reencontrar um colega de colégio dos velhos tempos e ver que nós dois melhoramos muito; ficar até ás 7 da manhã dançando reggaton (é assim?) com todas as pessoas do salão; tomar mil e uma doses de tequila com gosto de vanila (…). aliás, Argentina se resume em Vanilla e Jamón!

Enfim, acho que o resto vou contar aos poucos. Ainda fico devendo os posts de dicas, dos restaurantes ás festas. E as fotos? Já estão todas no Picasa: absolutbuenosaires

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Pronto!

Tudo já arrumado: não achei que fosse terminar a mala e os trabalhos nunca! Mas terminei, com aquela silenciosa sensação de ter esquecido alguma coisa. Talvez, esquecido não, mas a sensação de deixar alguma coisa para trás. Talvez um pouco de mim. Na verdade, pode ser que seja só receio. Algum medo calado de quem tem uma curiosidade extrema pelo o que está por vir, mas deseja que, ao voltar, as coisas estejam ainda melhores: mais calmas e mais deliciosas. Se sofro  normalmente de saudade, não quero nem ver como vai ser. Levo comigo, amigas lindas, companheiras, divertidas e que são tudo para mim. Mas também queria os beijos, abraços e apertos do meu namorado, a companhia alcoólica do Jow, as tiradas da Punk, a risada da Iara, o abraço da Porca, as apostas da Macaca,  a fofice do Gui, a unicidade do Matheus, as frescuras da Aninha, as frases clássicas da Laru, a internacionalidade da Lets, os papos longos e intermináveis com o Duende, (…), sem falar em tantos outros amigos, perfeitos. Ah! Jarcela, Gabi e Sarah, esperamos por vocês! :)

Pois é, mas estou tranquila. Tranquila como quem conseguiu terminar sua mala e está pronta para entrar em um avião e se divertir ao máximo durante os próximos 11 dias. E, assim que voltar, estarei ainda animadíssima para sentar e contar tudo, detalhe por detalhe, foto por foto. : )

Bom, é isso. Se conseguir conectar por lá, prometo um post, se possível, com foto. De todo jeito, em mãos tenho  um moleskine, para anotar tudo que vier a cabeça, ou só lugares interessantes mesmo. Um beijo para quem fica. E vou agora dormir por que acordo ás 5, para conseguir tomar um banho e ir linda e glamurosa para o aeroporto!

tumblr_kpwg2zZl9R1qzyrwvo1_400_largePs: Amor! Te amo, tá? ; ) Ah! e juízo!

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pelos tópicos frívolos e fúteis .

basta mais uma noite “daquelas” com amigas para me deixar toda derretida. a verdade é que o que era antes semanal tornou-se raro, quiçá mensal. é a faculdade, o trabalho, o(s) namorado(s), o(s) aniversário(s), a ressaca, a (falta de) grana (…): sempre uma “desculpa”, nunca diferente. nossos encontros aconteciam sempre com faltas, memoráveis, porém incompletos. mas dessa vez foi diferente.

aos velhos tempos, estávamos todas presentes. cada uma com o seu estilo, mas com o mesmo propósito compartilhado de rir ao máximo, tomar uma “jervejinha”, comer loucamente, falar o que vier a cabeça e sem se reprimir. o menu? o requeijão da lina, a minha bruscheta (por favor, sem piadinhas infâmes!) o nachos da carol, o cookie (também) da lina e o bombom de morango/uva da ru. e para beber, coca-cola (lendária!) e gold geladinha (já superamos a fase da skol, brahma, itaipava, nova schin e etc). os assuntos variaram, como sempre, passando inclusive pelo momento piadas – em que hei de me lembrar eternamente da explicação da jarcela para a ru sobre o “cotoco” (prometo detalhes, quem sabe um dia?) -, remember e desabafo. por fim, nos prometemos um milhão de encontros para todo fim do ano, mas vai saber!

na verdade, não contei isso (tudo) para explicar o que sete “meninas” fazem juntas em uma quarta-feira a noite. o fato é que momentos assim acontecem a todo instante, em todo canto do mundo e, quase sempre, da mesma forma e devem continuar existindo através das gerações, eternamente. nenhum motivo deve ser suficientemente grande para impedir que isso aconteça, pois, caso seja, é para se desconfiar de que alguma coisa está errada. e sim, nós (todas) sabemos de absolutamente tudo.

ps: esse é um post pelo direito aos nossos encontros casuais e freqüentes com assuntos fúteis, porém necessários / frívolos, porém urgentes.

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he’s just not that into you.

“girls are taught a lot of stuff growing up. if a guy punches you he likes you. never try to trim your own bangs and someday you will meet a wonderful guy and get your very own happy ending. every movie we see, every story we’re told implores us to wait for it, the third act twist, the unexpected declaration of love, the exception to the rule. but sometimes we’re so focused on finding our happy ending we don’t learn how to read the signs. how to tell from the ones who want us and the ones who don’t, the ones who will stay and the ones who will leave. and maybe a happy ending doesn’t include a guy, maybe… it’s you, on your own, picking up the pieces and starting over, freeing yourself up for something better in the future. maybe the happy ending is… just… moving on. or maybe the happy ending is this, knowing after all the unreturned phone calls, broken-hearts, through the blunders and misread signals, through all the pain and embarrassment you never gave up hope.” (Gigi, Ginnifer Goodwin)

poster and cast.

por que até mesmo os filmes de comédia romântica que propõe uma história mais realista, têm um final feliz e bobo? ontem assiti “he’s just not that into you” com minhas amigas, mas, mesmo assim amei o filme: era tudo o que eu gostaria de ver e ouvir ontem. recomendo para todas as meninas, bobas as i am, or not. fikdik.

(ontem, assim que cheguei em casa, escrevi um texto gigante sobre o dia, o filme e sobre alguma coisas mais. apagado. é pura bobagem)

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fica a dica.

como prometido hoje, durante a aula de design da informação hum, li, te dedico este link, querida!

insanemustache2

say somenthing pitt?

handkerstache

eu quero!

E pra quem quiser se aprofundar no tema, AQUI.

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